terça-feira, 1 de julho de 2008

A Gorda

(Imagem retirada da Internet)
No dia 13 de Junho fomos ao CCC (Centro Cultural e de Congressos – Caldas da Rainha) assistir à peça “A Gorda” (Fat Pig).
O autor é o norte-americano Neil LaBute. A tradução, adaptação e encenação esteve a cargo de Amândio Pinheiro. O elenco era constituído pelos actores Carla Vasconcelos (Helena), Ricardo Pereira (Tomás), Maria João Falcão (Joana) e Carlos António (Castro).
A peça, de carácter autobiográfico, conta a história de uma mulher e de um homem que se encontram num restaurante. Tomás é um jovem empresário, elegante, bonito e magro. Embora deteste, come saladas e espinafres. Helena é bibliotecária e aprecia uma bela refeição. Entre ambos nasce uma atracção e uma espécie de namoro. Os problemas surgem quando, após vários encontros, os colegas de trabalho de Tomás (Castro e Joana) descobrem a existência desta relação. Castro (o amigo mais próximo) tenta convencer o jovem empresário a terminar o namoro. Joana (ex-amante) “inferniza” a vida do colega, pois não compreende que ele ande a sair com uma pessoa gorda.
Tomás, que evita locais muito frequentados, não consegue aguentar a pressão exercida à sua volta. Em conversa com Helena, e apesar de gostar dela, assume que é fraco. A jovem mostra-se na disposição de mudar o seu aspecto, mas Tomás não tem coragem para enfrentar a situação.


“Gostei porque retrata bem os preconceitos da sociedade.”

Diogo Miguel

“Eu gostei da peça, embora tenha ficado aquém das minhas expectativas. É um texto actual que confronta os espectadores com os preconceitos da sociedade. A diferença, o culto da imagem, a relação com a comida e a nossa “fraqueza” perante tudo o que foge dos padrões estabelecidos são os elementos essenciais da peça. Apesar de alguns momentos que provocam o riso, a ideia de crueldade está sempre presente.

Regina Dias

“Achei interessante porque mostra o que se passa na sociedade. No entanto, gostava que tivesse um final diferente!”

Jorge Ferreira

“Eu gostei, mas acho que disseram muitos palavrões. E, à semelhança do meu colega, gostava de um final feliz!”

Eunice Garcia

“Eu gostei da peça, pois retrata a realidade dos nossos dias. Mas gostava que o final fosse diferente.”

Maria João Coelho

“Gostei da peça porque retrata a nossa sociedade e aquilo a que as pessoas são “obrigadas” em função desta.”

Isaura Teodoro

“Fabuloso!”

Carla Couceiro

“Gostei, mas achei que os actores falaram muito depressa.”
Romeu Silva

“Não estive presente, mas fiquei a conhecer o conteúdo do texto através desta actividade. Quando tiver oportunidade, irei ver a peça.”

Elisabete Barros

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