quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
confuso e incomum, onde todos os estranhos fariam parte da minha vida,
onde todos os cantos teriam histórias escondidas.
Aqui passei os melhores momentos desta minha estadia, fiz amigos,
muitos dos quais, me acompanharão para sempre.
Por isso tenho que comemorar!
Esse é um momento especial! É hora de olhar para trás e ver por tudo o que já passei.
Sem dúvida, muitas tristezas e conflitos mas, felizmente, por inúmeros bons momentos,
de alegria, de vitórias e de cumplicidade.
Devo aprender com aqueles que me impuseram obstáculos e agradecer àqueles que me impulsionaram adiante.
É hora, mais do que nunca, de valorizar as amizades e os conhecimentos adquiridos aqui.
Saudades terei vossos simplesmente, porque sim….
Poema do amigo aprendiz
Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade. Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Aos meus AMIGOS do Efa A "Os Primeiros"
e cada um de nós retoma a sua vida normal
gostaria de deixar escrito algures
o quanto importante foi para mim estar aqui
Passamos por tantas incertezas
por tantas vezes esmorecemos
e quisemos desistir
Por outras tantas nos revoltamos
outras ignoramos
mas nao nos deixamos vencer
antes vencemos
Queria que soubessem
que ainda que um dia
quando deixarmos de nos ver e falar
quando ja nem nos lembrarmos do nome
uns dos outros
que voces foram importantes para mim
e que um dia fizeram parte da minha vida de alguma forma
Agradeço a todos
a força
o companheirismo
a paciência
a amizade
Até um dia AMIGOS
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
António Gedeão
Para comemorar o Dia Nacional da Cultura Científica - uma data que assinala o nascimento de Rómulo de Carvalho, o professor-cientista-poeta que adoptou o pseudónimo literário de António Gedeão -, 35 cientistas portugueses aceitaram o desafio do PÚBLICO e leram o «Poema para Galileo», de António Gedeão.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Porque hoje é sexta-feira...
não há nada como um poema novinho em folha que descobri hoje.
da tua pele; demoro-me em cada
sílaba, no sulco macio
das vogais, num breve obstáculo
de consoantes, em que os meus dedos
penetram, até chegarem
ao fundo dos sentidos. Desfolho
as páginas que o teu desejo me abre,
ouvindo o murmúrio de um roçar
de palavras que se
juntam, como corpos, no abraço
de cada frase. E chego ao fim
para voltar ao princípio, decorando
o que já sei, e é sempre novo
quando o leio na tua pele.
Nuno Júdice
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
Quase, quase, quase
Para além desta, posso saber por que razão nunca mais ninguém cá veio?...
Medo
Medo
Lenine e Julietta Venegas
Composição: Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis
Tienen miedo del amor y no saber amarTienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da
Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da
El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor
Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá
Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar
Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da
Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor
El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar
Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
Medo... que dá medo do medo que dá
O segredo
Devemos agradecer ao Centro da Juventude de Caldas da Rainha e, claro, ao prof. David Figueira que, para além de autor do texto foi incansável nesta recta final do ano lectivo.
E claro que ficámos com todos os créditos!!
domingo, 13 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
"Travel Pictures" - Carla Cabanas

Ao visitar o Centro de Artes, em Março de 2008, encontrei uma exposição fotográfica da artista Carla Cabanas, composta por fotografias recolhidas entre 2005 e 2007. Esta exposição, de nome “Travel Pictures”, encontrava-se no Atelier António Duarte e era constituída por algumas imagens sobre viagens. Uma das imagens despertou-me um interesse especial. A fotografia mostrava um homem que caminhava num parque onde o Outono surgia na sua beleza mais pura.
Embora com poucas peças, a exposição ganhou pela qualidade. A artista demonstrou muito cuidado na escolha dos trabalhos e os ângulos usados revelam que quis surpreender e marcar a diferença. Esse esforço transpareceu, por exemplo, numa fotografia que mostrava uma viagem de barco e onde se via uma mão a apoiar-se num banco, fazendo um esforço para se levantar. Pouco mais era mostrado, o resto dependia da imaginação dos visitantes.
Eu gostei muito da exposição! “Travel Pictures” permitiu-me dar asas à imaginação e “viajar” durante alguns momentos.
(Trabalho elaborado por Ana Mendes)
terça-feira, 1 de julho de 2008
A Gorda
O autor é o norte-americano Neil LaBute. A tradução, adaptação e encenação esteve a cargo de Amândio Pinheiro. O elenco era constituído pelos actores Carla Vasconcelos (Helena), Ricardo Pereira (Tomás), Maria João Falcão (Joana) e Carlos António (Castro).
A peça, de carácter autobiográfico, conta a história de uma mulher e de um homem que se encontram num restaurante. Tomás é um jovem empresário, elegante, bonito e magro. Embora deteste, come saladas e espinafres. Helena é bibliotecária e aprecia uma bela refeição. Entre ambos nasce uma atracção e uma espécie de namoro. Os problemas surgem quando, após vários encontros, os colegas de trabalho de Tomás (Castro e Joana) descobrem a existência desta relação. Castro (o amigo mais próximo) tenta convencer o jovem empresário a terminar o namoro. Joana (ex-amante) “inferniza” a vida do colega, pois não compreende que ele ande a sair com uma pessoa gorda.
Tomás, que evita locais muito frequentados, não consegue aguentar a pressão exercida à sua volta. Em conversa com Helena, e apesar de gostar dela, assume que é fraco. A jovem mostra-se na disposição de mudar o seu aspecto, mas Tomás não tem coragem para enfrentar a situação.
“Gostei porque retrata bem os preconceitos da sociedade.”
“Eu gostei da peça, embora tenha ficado aquém das minhas expectativas. É um texto actual que confronta os espectadores com os preconceitos da sociedade. A diferença, o culto da imagem, a relação com a comida e a nossa “fraqueza” perante tudo o que foge dos padrões estabelecidos são os elementos essenciais da peça. Apesar de alguns momentos que provocam o riso, a ideia de crueldade está sempre presente.
“Achei interessante porque mostra o que se passa na sociedade. No entanto, gostava que tivesse um final diferente!”
“Eu gostei, mas acho que disseram muitos palavrões. E, à semelhança do meu colega, gostava de um final feliz!”
Eunice Garcia
“Eu gostei da peça, pois retrata a realidade dos nossos dias. Mas gostava que o final fosse diferente.”
Maria João Coelho
“Gostei da peça porque retrata a nossa sociedade e aquilo a que as pessoas são “obrigadas” em função desta.”
“Fabuloso!”
Carla Couceiro
“Gostei, mas achei que os actores falaram muito depressa.”
“Não estive presente, mas fiquei a conhecer o conteúdo do texto através desta actividade. Quando tiver oportunidade, irei ver a peça.”
Elisabete Barros
terça-feira, 24 de junho de 2008
Educação é Vida
Beijos
http://www.youtube.com/watch?v=mNlgV5i7um4
««Inteligência e Conhecimento Não Definem o Homem.»»
Ortega y Gasset
sábado, 21 de junho de 2008
Solstício de Verão
SAs fotografias são do Verão passado na praia d'El Rei.
Solstício? Ver aqui.
Entretanto, para quem gosta de aprender sempre mais, tirei daqui esta notícia:
| | "Há mais de 2000 anos, no solstício de Verão, Eratóstenes, matemático, geógrafo e astrónomo, utilizando as sombras projectadas pelo Sol em dois locais do actual Egipto e cálculos geométricos muito simples, foi capaz de determinar o raio da Terra com precisão. Para comemorar o feito "notável", os centros Ciência Viva de Estremoz e de Constância e a Câmara Municipal de Estremoz associaram-se num conjunto de actividades que vão permitir que jovens em todo o país recriem a experiência de Eratóstenes. O coordenador do Centro Ciência Viva de Estremoz, Rui Dias, disse hoje que, além da recriação da experiência do sábio grego, a iniciativa pretende também permitir que os jovens percebam como resultaram muitos dos avanços da ciência. "É preciso que os jovens percebam que muitos dos avanços científicos, que permitiram o desenvolvimento tecnológico actual, resultaram mais da intuição genial de alguns cientistas do que de complicadas experiências ou do recurso a cálculos e equipamentos muito sofisticados", salientou o responsável, também professor da Universidade de Évora. No sábado, em vários locais públicos de todo o país, entre as 10h00 e as 15h00, vão ser realizadas medições relacionadas com a trajectória solar, que serão disponibilizadas em tempo real na Internet. Depois, entre as 15h00 e as 17h00, todos os locais que participam na actividade vão utilizar os dados recolhidos para determinar algumas das principais dimensões da Terra. No Ano Internacional do Planeta Terra, a iniciativa termina com uma volta em bicicleta ao "Sistema Solar à escala do concelho de Estremoz", um dos quatro sistemas solares à escala existentes em todo o mundo. O início do passeio científico decorre às 18h00 de sábado, estando o fim previsto para as 13h00 de domingo. Pelo meio, realiza-se um acampamento em plena planície alentejana, onde haverá uma observação nocturna do céu, orientada pelo professor Máximo Ferreira, do Centro Ciência Viva de Constância, música e contos com os astros." |
Bem-vindos!
quinta-feira, 19 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Mas o melhor do mundo são as crianças!
Liberdade
Ai que prazer

Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa…
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças…
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais do que isto
É Jesus Cristo
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca…
Fernando Pessoa
Pois eu gosto de crianças!
Já fui criança também...
Não me lembro de o ter sido;
Mas só ver reproduzido
O que fui, sabe-me bem.
É como se de repente
A minha imagem mudasse
No cristal de uma nascente.
E tudo o que sou voltasse
À pureza da semente.
Miguel Torga
Quando as crianças brincam...
Quando as crianças brincam
E eu as oiço brincar,
Qualquer coisa em minha alma
Começa a se alegrar.
E toda aquela infância
Que não tive me vem,
Numa onda de alegria
Que não foi de ninguém.
Se quem fui é enigma,
E quem serei visão,
Quem sou ao menos sinta
Isto no coração.
Fernando Pessoa
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Este sábado...
...
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Votem no meu selo!
Desta vez os CTT propõem que votemos num selo preferido. Este encaixa-se nos Direitos dos Animais... Como as pessoas, também eles têm direito à liberdade e, já agora, a serem felizes.
O selo mais votado terá o privilégio de ser integrado nas emissões filatélicas dos CTT de 2009, uma honra!
Se quiserem votar no meu selo, é só clicar...




















